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Nesta quinta, no GAMA, reflexões sobre os problemas e complicações que podem ser evitados na gravidez e no parto quando as mulheres têm acesso à informações e suporte adequados de sua comunidade e da sociedade.

  • Parar a epidemia do ato cirúrgico e reaver a sabedoria nata de nosso corpo, descobrindo a verdade por trás das falsas informações de estabelecimentos médicos.
  • Fortalecer os segredos e o poder que cada mulher carrega consigo.
  • Uma jornada ao reconhecimento da arte de dar a luz naturalmente.

Olívia Kimball

Parteira formada na fronteira entre Estados Unidos e México, viajou por vários países como África do Sul, Nova Zelândia, Inglaterra, Alemanha e Peru como aprendiz de Anciãos Nativos em busca de suas sabedorias. Realizou centenas de partos naturais em casa e em pequenas clínicas especializadas nos Estados Unidos e Peru, sendo o parto na água uma de suas especialidades.

Em maio deste ano, Olívia se prepara para iniciar um trabalho com outra parteira tradicional, num campo de refugiados em Uganda, África. O propósito é um trabalho específico com crianças grávidas portadoras do vírus da AIDS.

OBS: atividade destinada às gestantes
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CineMATERNA

poker-room-and-home-theatre-in-one1.jpgEstá surgindo um novo subgrupo dentro da MATERNA SP: as CineMATERNAs. A idéia surgiu após uma mensagem de Irene, mãe do Max, contando que conseguira voltar a uma sala de cinema pouco antes de seu bebê completar 5 meses. Logo, várias MATERNAs demonstraram grande interesse pela tal ‘tela gigante na sala do escurinho’. Menos de uma semana depois, consta da agenda MATERNA o seguinte evento:

CineMATERNA

Filme: Juno
Juno MacGuff (Ellen Page) é uma adolescente que engravida de maneira
inesperada de seu colega de classe Bleeker (Michael Cera). Com a ajuda
de sua melhor amiga, Leah (Olivia Thirlby), e o apoio de seus pais,
Juno conhece um casal que está disposto a adotar seu filho, que ainda
nem nasceu.

Cinema: Bristol, Av. Paulista, 2.064, dentro do Center 3, que fica em
frente ao Conjunto Nacional. Sala 6.
Horário: 14h (deve terminar por volta de 15h30)
Preço: R$ 13 (inteira)
Metrô: Consolação
Ponto de encontro: na bilheteria, às 13h45
Depois: café no Starbucks!!! Fica no mesmo Center 3, no piso inferior.
Tem estacionamento pago no Center 3 (não sei se tem desconto para
cinema), entrada pela rua Luiz Coelho (quem vier pela Paulista sentido
Consolação, entrar na Augusta e dobrar na primeira à direita).

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mix.jpgTarde de sábado típica de chuva paulistana. Uma sala de ioga cheirava a leite e estava cheia de mulheres, crianças e homens . Assim foi o encontro ‘volta ao trabalho’ da ação de apoio à amamentação MATRICE no último dia 23.Irene, mãe de Max 5 meses, já está seguindo as dicas do encontro, fazendo um pouco de massagem no fundo do peito e garante que ‘saiu mais um pouco’. Irene que também declarou que Max mamou ‘muuuuuito’ na reunião como se sentisse o cheiro de leite no ar já avisou a empregada e a babá para tomarem cuidado em não deixar a porta do freezer aberta – fazendo referência a um detalhe do depoimento de Gisele, mãe de Enzo que perdeu o estoque de LM por descuido da empregada num momento peculiar em que não podia oferecer seu leite ao filho diretamente do peito.
Ana Leticia, mãe de Julia de 06 meses conta que antes da reuniao, no sábado mesmo, tentou ordenhar e nao saiu uma mísera gota. “Fiquei frustradissima. Cheguei na reuniao, ouvi a Relze e a Gisele relatando as experiencias positivíssimas delas, a Analy e a Fabiola me tranquilizando quanto ao meu medo de ordenhar e deixar a Julia sem leite, as demais mamães de primeira viagem como eu empenhadas em garantir o estoque de LM dos filhotes, ah, ME EMPODEREI” Ana seguiu conselhos que surgiram durante o encontro “coloquei a Julia de um lado, bomba de ordenha de leite materno do outro, e da-lhe tirar leite. Facil, facil, em uns 10 minutos, pouco mais de 100ml estavam garantidos”.

Certamente os ecos deste encontro ainda vão garantir a melhor alimentação para muitos bebês de mães que retornam ao trabalho: o LEITE MATERNO.

Para ler mais sobre este evento, leia o relato da Analy aqui.

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RICARDO WESTIN
da Folha de S.Paulo

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), vetou o projeto de lei aprovado na Câmara Municipal que ampliaria de quatro para seis meses a licença-maternidade das funcionárias municipais. A medida foi criticada por médicos. No “Diário Oficial da Cidade“, Kassab alegou, ao vetar o projeto, que não cabe aos vereadores, mas somente ao prefeito, criar leis que tratem de direitos de servidores. Citou os gastos extras que a prefeitura teria com as mães mais tempo fora do trabalho. E afirmou que não há comprovação científica sobre quanto tempo a mãe deve amamentar seu
filho.
Para ele, o aumento da licença-maternidade é “inconveniente” e “contraria o interesse público”. Hoje, 72 cidades e dez Estados têm leis que determinam a licença de seis meses.
A Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade de Pediatria de São Paulo enviaram uma carta ao prefeito pedindo que reconsidere a decisão.
O vereador Roberto Tripoli (PV), autor da proposta vetada, disse que pedirá uma audiência a Kassab.
A Organização Mundial da Saúde recomenda que, para que o bebê cresça saudável, o leite materno seja o único alimento até os seis meses.
Estudos mostram que o leite protege contra doenças no primeiro ano e ajuda a desenvolver a inteligência e a afetividade.
“O filho precisa se alimentar exclusivamente de leite materno por seis meses, mas a mãe só tem quatro meses. Temos um desencontro”, diz o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Jr.
O médico diz que o prefeito de São Paulo se baseou em argumentos equivocados para vetar o projeto: “Mostrou desconhecimento da base científica”.
A médica Valdenise Tuma Calil, uma das diretoras da Sociedade de Pediatria de São Paulo, diz que há mães que se desesperam quando terminam os quatro meses da licença. “Até guardam leite, mas não é a mesma coisa. Na geladeira, perde um pouco das qualidades.”
No Congresso Nacional, tramita um projeto de lei que permite às empresas privadas aumentar a licença-maternidade e, em troca, receber incentivos fiscais. A proposta, da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), já passou pelo Senado e agora está na Câmara dos Deputados.
A Prefeitura de São Paulo tem 133 mil servidores. Cerca de 95 mil são mulheres, das quais aproximadamente 200, neste momento, estão em licença-maternidade, segundo a própria prefeitura.

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bagunca.jpg

Analy divide conosco o texto abaixo, escrito por psicólogas da USP e que clareia muita coisa sobre criança&organização da casa, discussão que está em curso na lista.

Elaine Pedreira Rabinovich; Ana Maria Almeida Carvalho

Universidade de São Paulo

A partir do acompanhamento de crianças de 0-12 meses em visitas domiciliares, propõe-se um esquema de análise no qual os conceitos de apego e autonomia, relativos à relação mãe-criança, são associados aos conceitos de “lugar” e “espaço”, relativos à organização do ambiente doméstico, compreendidos como expressão de um “sistema de desenvolvimento” que inclui a organização psicológica da díade mãe-criança e as crenças e condições de vida concretas nas quais o desenvolvimento ocorre. Sugere-se uma tipologia – rígido; flexível; simbiótico; instável – associando o modo de morar ao modo de cuidar.

Este trabalho objetiva apresentar o esboço de uma tipologia de relação mãe-bebê associando modo de cuidar e modo de morar, e justificar a construção dessa tipologia.

A tipologia emergiu como uma consequência dos conceitos de espaço potencial (Winnicott, 1982) em suas relações com os conceitos de “lugar” e de “espaciosidade” (Tuan, 1983) em conjunto com os de apego e exploração (Bowlby, 1984).

Para Winnicott (1982), o espaço potencial seria o espaço cultural e os objetos transicionais seriam os intermediários entre os objetos da fantasia e os da realidade. Tais objetos tanto ajudam a fazer a ponte entre a realidade subjetiva e a realidade objetiva quanto ao fazê-lo, permitem a criação da própria cultura através da criatividade que decorre do aspecto potencial. O espaço potencial é o espaço possível, não do evento certo, mas o que decorre e onde ocorre o encontro, o início e o prosseguimento da vida subjetiva.

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TUDO QUE O BEBÊ PRECISA ATÉ OS 6 MESES DE IDADE É DO SEU LEITE

img_4024.jpgMães bombardeadas por essa informação de repente precisam voltar a trabalhar, lutar por espaço no temido mercado de trabalho. E a amamentação?

Meu filho ainda precisa do meu leite?

A Matrice apóia as mães neste momento com um encontro para troca de experiências e busca por estratégias para garantir o aleitamento materno.

Quando?

Dia 23 de fevereiro, neste sábado 15h30 no Espaço Vida & Nascer Natural

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acalanto

acalanto.jpg

A equipe Acalanto e o Espaço Nascer Natural convidam gestantes e casais grávidos a participarem das vivências que acontecerão nos meses de março e abril.

Abrir um diálogo dos pais com o bebê quando ele ainda se encontra na barriga da mãe. Esse é o principal objetivo da vivência musical para gestantes Acalanto. Exercícios que visam estabelecer as bases de uma relação saudável dos pais com seus filhos antes mesmo deles nascerem, estímulos, jogos musicais, composições, brincadeiras lúdicas, percussão corporal, canções e relaxamento, o Acalanto leva o mundo dos pais para o universo intra-uterino, permitindo que o bebê se acostume a trocar impressões com eles, fortificando ainda mais o elo mãe, pai e bebê.

Dias:

01 / 08 / 15 / 29 de março

05 / 12 / 19 / 26 de abril

Local:

Espaço Vida e Nascer Natural

Rua João de Souza Dias, 281 – Campo Belo

Informações: 11 5093.7151 Com Adriana ou 11 8362.7202 com Isadora

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