Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘cultura&lazer’ Category

Vamos lotar a Livraria Cultura de grávidas, mães, pais, bebês, doulas e obstetrizes!

UPDATE

Logo depois, no dia 7 de maio, a jornalista e escritora Luciana Benatti estará em Florianópolis especialmente para lançar o livro também no V Bazar Coisas de Mãe. Ela dará uma palestra às 15 horas, quando contará como o livro foi o processo de escrita e toda a emoção envolvida em sua preparação, mostrará fotos dos partos relatados e fará um bate-papo seguido por uma sessão de autógrafos!

Mais informações aqui



Anúncios

Read Full Post »

trecho do livro Un Regalo Para Toda La Vida do pediatra Carlos González

A amamentação nos primatas superiores não é puramente instintiva. É preciso uma aprendizagem por observação, aprendizagem que na natureza se dá de forma espontânea. Mas muitas mães dão à luz sem nunca haver visto outra mulher dar de mamar. Algumas nem sequer tiveram outro bebê nos braços. Muitas adolescentes não passaram pela experiência de ver uma mãe cuidando do seu filho apesar de terem feito um bico de babysitter, cuidando o bebê (e dando mamadeira) quando a mãe está ausente.

Por outro lado, é relativamente fácil ver bebês tomando mamadeira. Nos parques, nos filmes, nas fotos de revista. Isso contribue para que, em muitos países europeus, as imigrantes dêem menos peito que as autóctonas. As turcas que moram na Suécia, por exemplo, não só dão menos peito que as que ficaram na Turquia, também dão menos peito que as suecas. A Suécia é um dos países da Europa onde mais se dá o peito, mas as imigrantes não ficaram sabendo. Não entendem os livros, não têm amigas com quem falar, só podem ver as fotos das revistas e chegam à conclusão de que “a mamadeira deve ser melhor, porque aqui é o que tomam todos os bebês”.

Como dar mamadeira sim, já viram muitas vezes, em fotos ou ao natural, muitas mães tentam dar o peito segurando o bebê como se fossem dar uma mamadeira, com a cabeça no cotovelo e olhando pra cima. Dessa maneira, o bebê tem que virar e dobrar o pescoço e quase não chega ao peito.

Também a arte pode oferecer modelos inadequados. Em muitos quadros o menino Jesus mama sentado e com o pescoço torcido. Mas, preste atenção ao menino, costuma ter vários meses e ás vezes um ou dois anos. Os recém nascidos, verdade seja dita, não são muito fotogênicos; o quadro fica melhor com um bebê maiorzinho. E em alguns quadros o menino nem sequer está mamando, está olhando o pintor (tão interessante, claro) enquanto dá uma bela puxada no peito da mãe.

Read Full Post »

Coral criado por Isadora Canto com grupo de mães cantoras:

Read Full Post »

dance dance dance

Quando e Onde:

  • Dança para Mães e Bebês: 2as feiras das 15:00 às 16:30
  • Dança para Gestantes: 2as feiras das 19:00 às 20:00
  • End: Rua Natingui, 380 – Vila Madalena

Dança para Mães e Bebês

foto-do-flyerBenefícios para a mãe:

Retorno à vida social, otimização da redução de peso, reeducação corporal (que evitará ou minimizará problemas posturais, inclusive na maneira de carregar e amamentar o bebê), fortalecimento do vínculo com o filho.

Benefícios para o bebê:

Proximidade com a mãe e aconchego fazem com que o bebê sinta-se amado, protegido e ajuda a reduzir a incidência de cólicas. O balanço da dança é extremamente relaxante para os bebês que em geral sorriem, se divertem e saem da aula calmíssimos e muitas vezes, dormindo. Outra vantagem é que o peito da mãe está ao alcance do bebê. Frequentemente eles mamam durante a aula enquanto dançam com a mamãe.

Obs: Indicado para mães com bebês a partir de 2 meses, usando algum tipo de carregador ( sling, wrap, canguru, etc).

Dança para Gestantes

danac2a7a-para-gestantes

Benefícios da Dança na Gestação:
Dançar na gestação possibilita que a mulher assimile as mudanças que vão acontecendo no corpo com tranquilidade e alegria. Colabora para que o corpo se reequilibre e sustente harmoniosamente o ganho de peso. Melhora a oxigenação e a circulação sanguínea, beneficiando mãe e bebê. Por combinar exercícios de alongamento, fortalecimento, relaxamento, respiração e dança, contribui com a preparação para o parto, quando precisamos conciliar momentos de ação e de entrega.
Como são as aulas?
Nas aulas as gestantes são convidadas inicialmente a prestarem atenção ao próprio corpo, a sua respiração e ao bebê. A intenção é afinar a sintonia e contribuir para que a mulher se coloque no presente e dedique aquele momento da maneira mais inteira possível a ela e a gravidez. Depois espreguiçam bastante e percebem o próprio corpo, se há alguma dor ou tensão desnecessária. A partir disto proponho exercícios, às vezes massagens que, de acordo com as necessidades de cada uma, podem ser ou não os mesmos. Depois vem a dança, à base de improvisações direcionadas à exploração do movimento, percepção dos apoios, dos impulsos, da relação com o espaço, com o bebê e com as outras grávidas. No final, mais um pouco de alongamento,respiração e compartilhamos como foi a vivência daquela aula, as imagens que surgiram. Há quem goste de registrar por escrito estas impressões e então faz isso no finalzinho.

Read Full Post »

Um espetáculo para gestantes, lactantes e simpatizantes

Desde que o mundo é mundo, as mulheres grávidas são perseguidas por dúvidas e incertezas. Muitas buscam a ajuda da ciência, da tecnologia, da literatura médica. Outras, contam histórias. O espetáculo, interativo e alegre, resgata histórias antiquíssimas de várias culturas que tratam das questões relacionadas à maternidade, o desejo de engravidar, os medos, a espera e o nascimento. Acompanhadas de música ao vivo, teatro de sombras, bonecos e projeção de imagens, as histórias são entremeadas com uma série de simpatias enraizadas na cultura universal sobre gravidez e cuidados com o bebê. Tempo de Espera visa compartilhar de forma lúdica as histórias milenares com grávidas, grávidos e simpatizantes de todos os tipos. É um espetáculo para adultos mas, como não poderia deixar de ser, adultos que vivem em sintonia com as crianças.

Contadoras de Histórias e Manipuladoras:

Andi Rubinstein e Urga Maira Cardoso

Musicistas:

Luciana Cestari, Lucilene Silva e Renata Mattar

Concepção e Roteiro:

Grupo Lampejo

Data:

01/11 sábado às 20:30h

Idade:

Livre

Entrada Gratuita – Retirada dos ingressos a partir das 14h, contribua com 1kg de alimento não perecível para doação

Local:

Teatro do Centro de Cultura Judaica

R. Oscar Freire 2500 – junto ao metrô Sumaré

Tel. 3065-4333

Read Full Post »

Dra. Marcia e Equipe

O primeiro parto já observado em neandertais está sugerindo aos cientistas que esses hominídeos extintos eram mais parecidos com os humanos modernos do que se imaginava, e pode ajudar a sepultar a noção de que esses primos do Homo sapiens foram levados à extinção por sua baixa capacidade intelectual.

O nascimento, claro, não foi documentado ao vivo. Ele foi simulado nos computadores da Universidade de Zurique, na Suíça, com base em reconstituições virtuais de fósseis de um recém-nascido e de uma mulher neandertais.

O trabalho foi feito por um grupo de cientistas da Suíça, do Japão e da Rússia, liderado pela antropóloga boliviana (radicada em Zurique) Marcia Ponce de León.

O objetivo era entender a velocidade do crescimento do cérebro e da maturação dos neandertais, algo que pode ajudar a entender como os humanos modernos adquiriram a própria inteligência.

Até agora, a maioria dos estudiosos da evolução humana achava que uma das chaves para o desenvolvimento do intelecto da espécie estivesse na infância, prolongada em relação à dos outros primatas.

Como é muito grande, o cérebro do Homo sapiens precisa de mais tempo para amadurecer (5 a 7 anos) do que o de um chimpanzé, por exemplo (4 anos). Durante esse período, a criança humana recebe cuidados em tempo integral da mãe, explora o mundo e aprende as regras complicadas do convívio em sociedade. Há quem sustente que a própria estrutura da família humana, com a formação de casais, serve para fomentar esse amadurecimento.

Quando essas características da infância humana evoluíram, porém, ainda é um mistério. Os poucos fósseis disponíveis de hominídeos antigos sugeriam até agora que o Homo erectus –suposto ancestral do homem moderno– tinha uma infância curta, como a dos chimpanzés.

O mesmo se aplica aos neandertais. Apesar de terem o maior cérebro entre todos os primatas (maior inclusive que o humano), os neandertais amadureciam em ritmo de macaco. Infância curta significa independência, o que significa menos necessidade de uma mãe presente o tempo todo e de um pai por perto para sustentá-la. Isso, por sua vez, significa menos complexidade social. Em resumo, um ambiente intelectual mais pobre entre esses nossos parentes extintos há 30 mil anos. Pelo menos era o que se imaginava.

Pré-história digital

Entram em cena Ponce de León e seus colegas, um deles em especial: o cientista da computação Christoph Zollikofer, seu marido. Para tentar responder como esses hominídeos atingiam um volume cerebral tão grande e verificar se tamanho nesse caso é documento -ou seja, inteligência-, eles precisariam superar a limitação imposta pelo registro fóssil.

Os programas de computador desenvolvidos por Zollikofer permitem reconstituir virtualmente ossos altamente fragmentados e extrair deles medidas precisas. Esse tipo de informação é crucial para calcular o volume do cérebro.

O grupo reconstituiu os crânios de três crianças neandertais fossilizadas: um recém-nascido, desenterrado na Rússia, um bebê de um ano e meio e um outro de dois anos, achados numa caverna na Síria.

A comparação permitiu estimar o volume cerebral do neandertal no momento do parto em 399 centímetros cúbicos, mais ou menos o mesmo de um humano moderno. O período de gestação também era provavelmente similar. Depois, os cientistas simularam o parto do recém-nascido com base na reconstituição virtual de uma mulher neandertal.

Por fim, o grupo calculou a taxa de crescimento do cérebro do neandertal. Concluiu que, apesar de uma taxa inicial mais alta de crescimento do crânio que a dos humanos, o cérebro do neandertal continuava a crescer -ou seja, os brutamontes também tinham infância estendida, como o H. sapiens, e à custa de uma mãe grande e de amadurecimento lento.

“À luz da hipótese das limitações energéticas da mãe, nossos resultados sugerem que a história de vida dos neandertais era tão lenta quanto a dos humanos modernos”, escrevem os autores.

Read Full Post »

No último dia 27 as Maternas Karina Kohatsu e Gabriela Reis realizaram junto a outras mães a primeira edição da Slingada no Metrô. Cinco mães (duas novatas no metrô com seus bebês) se encontraram na catraca do metrô Ana Rosa, desembarcaram no metrô Vila Madalena e seguiram a pé para a Casa Materna numa caminhada de 10 minutos fácil e tranquila. Devagar, conversando e chamando a atenção das pessoas que param ,olham e comentam coisas do tipo:

” Nossa, quanto bebê, que graça!”

“Tadinhos, tão apertadinhos aí dentro!” ,

“Que legal esse pano!”
Karina e Gabriela convidam todas para a próxima edição e lembram que vale a pena, pois não tem trânsito e é super tranquilo.

Toda sexta-feira para as reuniões do Matrice e Pós-parto na Casa Materna. Ponto de encontro no metrô Ana Rosa as 13h com tolerância de 10 minutos.

Acompanhe as informações aqui no MATERNASP pelo link:

slingsncoletivo

Read Full Post »

Older Posts »

%d blogueiros gostam disto: