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Archive for the ‘maternidade’ Category

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Kalu Brum se surpreendeu ao receber um e-mail do facebook que dizia:

Olá, Você carregou uma foto que viola nossos Termos de uso e ela foi removida. O Facebook não permite a publicação de fotos que ofendam um indivíduo ou grupo, ou que possuam nudez, drogas, violência ou outras violações de nossos Termos de uso. Essas políticas são desenvolvidas para garantir que o Facebook continue a ser um ambiente seguro e confiável para todos os usuários, incluindo as crianças que usam o site.

Ao invés de amargar qualquer espécie de frustração, mobilizou um bem sucedido mamaço na famosa rede social para dar à amamentação a visibilidade que merece e que hoje pertence à mamadeira, porque a sociedade parece ter esquecido do que é mais saudável e do que é natural.

Quer participar? Troque a foto avatar de seu perfil por uma foto amamentando e mantenha até o próximo dia 20. Por um mundo que amamenta e não negligencia nossos bebês e crianças! Porque amamentar não é obsceno, é amor!

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Na próxima quinta (12/05/2011), das 14:30h às 17h no Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149 – estação Brigadeiro do Metrô – São Paullo ), haverá um evento pro amamentação. Um grande mamaço em prol do aleitamento em espaços públicos.

Uma mãe foi impedida de amamentar seu bebê no espaço de Exposição do Itaú Cultural, a monitora disse que só era permitido amamentar na enfermaria dos bombeiros, que fica alguns lances de escadaacima. Mas a sala estava fechada. O diretor do Itaú Cultural, ao saber do incidente, imediatamente desculpou-se em nome da instituição, e tomou medidas de treinamento e informação da equipe para que isso não volte a acontecer. Não só a diretoria pediu pública desculpas pelo incidente como a partir disso, oItaú Cultural se orgulha de propagar que é um espaço que dá boas vindas e apóia todas as mães que amamentam.

O Itaú Cultural vai oficialmente apoiar o evento, que de protesto se transformou em evento de promoção do aleitamento em espaços públicos. E lá vai rolar uma apresentação de uma parte do DVD Amamentação sem mistério, visita monitorada à exposição e por fim um lanche de confraternização.


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Vídeo do PD de Rosana Oshiro, no Japão, parte do Projeto “O Parto é Seu”. Leia o relato aqui

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Vamos lotar a Livraria Cultura de grávidas, mães, pais, bebês, doulas e obstetrizes!

UPDATE

Logo depois, no dia 7 de maio, a jornalista e escritora Luciana Benatti estará em Florianópolis especialmente para lançar o livro também no V Bazar Coisas de Mãe. Ela dará uma palestra às 15 horas, quando contará como o livro foi o processo de escrita e toda a emoção envolvida em sua preparação, mostrará fotos dos partos relatados e fará um bate-papo seguido por uma sessão de autógrafos!

Mais informações aqui



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Bia Fioretti/ maesdapatria.wordpress.com

Manifestação contra o fim do curso de Obstetrícia

Hora
sábado, 26 de março · 10:00 – 13:00

Localização
VÃO LIVRE DO MASP, Av Paulista, Sao Paulo

Mais informações
Manifestação de profissionais e mulheres contra o fim do curso de Obstetrícia

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UPDATE: Confiram imagens da manifestação aqui

>>>ABAIXO ASSINADO<<<

Ato contra a extinção do curso de Obstetrícia

 

Hora
terça, 22 de março · 09:00 – 11:00

Localização
Em frente a Reitoria da Universidade de São Paulo

 

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“A saúde da mulher encontra no Brasil números alarmantes. A OMS recomenda que o número de cirurgias cesáreas não ultrapasse 15%, porém, na rede pública brasileira este número alcança a marca de 48% e na rede particular de 70% a 90%.(…)
Apesar de se propor a colaborar com a melhora da atenção a saúde da mulher, desde a sua reabertura, o curso de Obstetrícia enfrenta muitas dificuldades, dentre elas o impasse em relação a regularização da profissão de obstetriz. No diálogo com as instituições que poderiam regulamentar os profissionais formados nesse curso, viu-se a necessidade de ampliar a formação dos mesmos, o que gerou uma reformulação em sua grade curricular, que a partir de 2011 passa a ser realizado em 4 anos e meio em período integral. Assim, o curso foi tratando de dar respostas, aprender e recordar sempre qual a sua função e a importância que representa na possibilidade de contribuir na melhoria da atenção a saúde no Brasil.
A esses impasses soma-se o fato do curso de Obstetrícia estar situado em um campus recente da USP. Sendo um campus novo, os cursos situados nele têm pouca divulgação e consequentemente menor procura do que cursos tradicionais. Devido a isso, hoje a Obstetrícia enfrenta um problema ainda mais grave do que a regularização de seus profissionais: corre o risco de ter seu vestibular suspenso, o que abre a possibilidade do fechamento do mesmo. Além disso, há também a possibilidade de redução das vagas para acesso ao curso (hoje 60 vagas são disponibilizadas por ano). Entendemos, no entanto, que a realidade da assistência obstétrica no Brasil justifica a manutenção das 60 vagas atuais, permitindo a formação de um maior número de profissionais capacitados na assistência humanizada à saúde da mulher. Como consequência indireta e não menos importante, a suspensão do vestibular e possível fechamento do curso diminui as chances das pessoas que vivem na Zona Leste de São Paulo, região caracterizada por população de menor poder aquisitivo e, dado o quadro das universidades do Brasil, com menor chances de cursar uma faculdade pública, em geral com maior prestígio no país. Enfim, estamos falando da possível extinção da profissão Obstetriz e de sua capacidade de mudar a realidade obstétrica brasileira. Hoje os alunos formados podem trabalhar mediante uma ação judicial, porém enfrentam uma oposição das instiuições reguladoras que dificulta o ingresso destes profissionais no mercado de trabalho. Pedimos, então, o seu apoio para evitar que a Obstetrícia tenha seu vestibular suspenso e sua formação ameaçada.”

Texto retirado do “Pedido de apoio para a continuidade da Graduação em Obstetrícia na Universidade de São Paulo”


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trecho do livro Un Regalo Para Toda La Vida do pediatra Carlos González

A amamentação nos primatas superiores não é puramente instintiva. É preciso uma aprendizagem por observação, aprendizagem que na natureza se dá de forma espontânea. Mas muitas mães dão à luz sem nunca haver visto outra mulher dar de mamar. Algumas nem sequer tiveram outro bebê nos braços. Muitas adolescentes não passaram pela experiência de ver uma mãe cuidando do seu filho apesar de terem feito um bico de babysitter, cuidando o bebê (e dando mamadeira) quando a mãe está ausente.

Por outro lado, é relativamente fácil ver bebês tomando mamadeira. Nos parques, nos filmes, nas fotos de revista. Isso contribue para que, em muitos países europeus, as imigrantes dêem menos peito que as autóctonas. As turcas que moram na Suécia, por exemplo, não só dão menos peito que as que ficaram na Turquia, também dão menos peito que as suecas. A Suécia é um dos países da Europa onde mais se dá o peito, mas as imigrantes não ficaram sabendo. Não entendem os livros, não têm amigas com quem falar, só podem ver as fotos das revistas e chegam à conclusão de que “a mamadeira deve ser melhor, porque aqui é o que tomam todos os bebês”.

Como dar mamadeira sim, já viram muitas vezes, em fotos ou ao natural, muitas mães tentam dar o peito segurando o bebê como se fossem dar uma mamadeira, com a cabeça no cotovelo e olhando pra cima. Dessa maneira, o bebê tem que virar e dobrar o pescoço e quase não chega ao peito.

Também a arte pode oferecer modelos inadequados. Em muitos quadros o menino Jesus mama sentado e com o pescoço torcido. Mas, preste atenção ao menino, costuma ter vários meses e ás vezes um ou dois anos. Os recém nascidos, verdade seja dita, não são muito fotogênicos; o quadro fica melhor com um bebê maiorzinho. E em alguns quadros o menino nem sequer está mamando, está olhando o pintor (tão interessante, claro) enquanto dá uma bela puxada no peito da mãe.

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