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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 51.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 12 Film Festivals

Clique aqui para ver o relatório completo

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Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 44.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 16 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do  blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica:

Uau.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Cerca de 3 milhões de pessoas visitam o Taj Mahal todos os anos. Este blog foi visitado cerca de 49,000 vezes em 2010. Se este blog fosse o Taj Mahal, eram precisos 6 dias para que essas pessoas o visitassem.

 

Em 2010, escreveu 13 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 245 artigos. Fez upload de 7 imagens, ocupando um total de 503kb.

The busiest day of the year was 16 de junho with 280 views. The most popular post that day was Carioca pensa em sexo?.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram google.com.br, search.conduit.com, mail.yahoo.com, mail.live.com e neonatologiakk.blogspot.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por bolo de fuba, sexo, leite, alexandre garcia e leite materno

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Carioca pensa em sexo? setembro, 2008

2

Para quem nao vai viajar… abril, 2009
5 comentários

3

Curvas de crescimento junho, 2009
22 comentários

4

Receitas com Quinua agosto, 2008
6 comentários

5

A escolha da escola: pedagogia Montessori dezembro, 2008
7 comentários

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da France Presse, em Londres

Duas mães inglesas declararam guerra ao que chamam de “rosificação” –a onipresença da cor rosa no universo das meninas–, um fenômeno relativamente recente que vai além da cor e que, segundo elas, limita as aspirações das pequenas.

Emma e Abi Moore, duas irmãs gêmeas de 38 anos, lançaram a campanha no blog PinkStinks (Rosa é uma droga) em 2008 para desafiar a cultura do rosa baseada na beleza, em detrimento da inteligência, que é imposta às meninas praticamente desde o berço.

“Queremos abrir os olhos das pessoas para o que está se passando no marketing dirigido às crianças”, explica Emma Moore, que critica duramente a tendência rósea que vai da moda até os brinquedos. “Queremos que as meninas saibam que podem ser tudo que quiserem ser, independente dos que os fabricantes queiram vender para elas.”

As empresas investem 100 bilhões de libras (US$ 160 bilhões) anuais apenas no Reino Unido em publicidade para conquistar o lucrativo mercado das crianças, ávidos consumidores futuros, segundo um estudo governamental publicado na semana passada.

Basta entrar em qualquer loja de brinquedos para perceber a monocromia que reina nas seções para meninas. O rosa não é apenas a cor das bonecas e fantasias de princesa, mas também das bicicletas, telefones e até mesmo brinquedos até então unissex.

“Isso nem sempre foi assim. Nos anos 70, quando crescemos, o Lego era apenas o Lego, com todas as cores”, afirma Emma. “Agora o Lego para as meninas é rosa e tudo gira em torno de cavalos alados e fadas. Isso não é natural.”

Também existem versões cor de rosa do jogo de palavras Scrabble, com a palavra “fashion” (moda) formada na tampa da caixa, e do Monopoly (Banco Imobiliário), onde as casas e hotéis foram substituídos por lojas e shopping centers.

Segundo as militantes, até pelo menos a Primeira Guerra Mundial o rosa era a tonalidade dos meninos, enquanto o azul claro era considerado mais apropriado para as meninas. Para elas, a “rosificação” extrapola a cor.

Os brinquedos para as meninas reproduzem em sua maioria atividades consideradas femininas, como o cuidado de bebês, a limpeza da casa e cuidados com a beleza, o que incute nelas cada vez mais a atual “obsessão pela imagem”.

“Muitos desses produtos parecem bastante inofensivos, mas se somam a essa cultura de celebridade, fama e riqueza, que está danificando as aspirações das meninas sobre o que podem ser”, assinala Emma.

A campanha, que conta com milhares de seguidores no Facebook, gerou polêmica no Reino Unido, onde um jornal classificou as irmãs Moore de “feministas severas e sem senso de humor”.

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Biocibernética bucal

A principal função dos dentes é manter um padrão respiratório ideal, pois eles trabalham como colunas que sustentam o espaço para a língua e permitem uma respiração saudável. O longo eixo dos dentes deve direcionar-se para o centro de rotação de glabela, conhecida entre hindus e esotéricos como sexto chacra ou chacra cerebral, para que a energia flua para ele.

Caso contrário, essa energia se dissipará e, em casos mais acentuados, nos quais se tem a inversão das curvas, observa-se o aparecimento de alterações psiquiátricas.
Segundo Reich, as couraças musculares que refletem os pontos de energia bloqueada no organismo também traduzem sérios distúrbios emocionais. Cada paciente que chega ao consultório é um intricando sistema de correlações, que vai da cabeça aos pés, e é absolutamente único.
Dependendo da posição dos dentes, ou da ausência deles, esta pessoa vai respirar e mastigar de certa forma, sua cabeça estará mais para a frente ou para trás, e a posição de seu cérebro em relação ao um eixo gravitacional também muda, numa série de compensações que vão até o pé.
Cada grupo de dentes relaciona-se com uma característica do indivíduo.
Os incisivos centrais superiores e inferiores relacionam-se com o sistema neural. São os dentes da inteligência.
O incisivo lateral se relaciona às interações familiares e sociais.
Os caninos são os dentes correspondentes ao sistema circulatório; são os dentes do inconsciente, do lado animal, que todos temos. Alterações neles denotam modificações quanto às reações de ataque e defesa, amor e ódio. Os caninos se relacionam também com o fígado, que é o orgão ligado à raiva e a cólera. Expressam também a libido.
Primeiros pré-molares – a erupção dos primeiros pré molares se dá quando a criança começa a formar o seu meio social, seu círculo de amizades Segundos pré-molares – Relacionados ao aparelho respiratório e à estabilidade emocional do indivíduo. É um dente muito importante na arcada, pois simboliza um exército lutando contra a degeneração.
Os Primeiros Molares, correspondem ao sistema digestivo e vêm à boca aos seis anos de idade, quando o conhecimento do mundo em que vive amplia-se na criança, passando ela, a partir daí, a entender suas necessidades e obrigações. Este dente é o que mais costuma ter cáries e o que mais as pessoas perdem durante a vida, pois ser auto-suficiente é, sem dúvida alguma, um dos principais motivos de tensão do ser humano.
Os Segundos Molares correspondem ao processo hormonal e surgem na boca quando os meninos passam a ser homens e as meninas, mulheres.
Terceiros Molares – estes dentes complementam a personalidade do indivíduo e sua propriocepção. Vêm solidificar e complementar todo o potencial de cada indivíduo. Irrompe no momento em que a pessoa está madura, onde ela pode se libertar e viver sua própria vida; é o momento da consciência.
É o dente da maturidade psíquica sexual, relaciona-se também ao afeto ligado ao sexo.
Na linguagem Antroposófica, temos relações semelhantes mudando apenas as denominações. Molares são referentes ao sistema Metabólico, Pré- Molares e Caninos referentes ao Sistema Rítmico, Incisivos referentes ao Sistema Neuro-Sensorial.
Dentes Decíduos referentes a herança genética, Dentes Permanentes referentes à Individualidade.

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Tirando o atraso e aproveitando sites que visitei neste final de ano, o blog a Menina do Dedo Verde, de Carol Daemon, é lindo….Muita informação a respeito de alimentação.

Um artigo interessante que tirei de lá foi  Farinha de trigo, açúcar e cocaína
por Denis Russo

Se um dia alguém resolver erigir um monumento em praça pública às boas intenções frustradas do pensamento científico, podia ser uma estátua monumental de um prato cheio de pó branco. Assim homenagearíamos de uma só vez três enganos cientificistas: a FARINHA DE TRIGO REFINADA, o AÇÚCAR BRANCO e a COCAÍNA. Três pós acéticos e quase idênticos, três frutos do pensamento que dominou o último século e meio: o reducionismo científico. Três matadores de gente.

Não é por acaso que os três são tão parecidos. Todos eles são o resultado de um processo de “refino” de uma planta – trigo, cana e coca. Refino! Soa quase como ironia usar essa palavra chique para definir um processo que, em termos mais precisos, deveria chamar-se “linchamento vegetal” ou algo assim. Basicamente se submete a planta a todos os tipos de maus-tratos imagináveis: esmagamento entre dois cilindros de aço, fogo, cortes de navalha, ataques com ácido. Até que tenha-se destruído ou separado toda a planta menos a sua “essência”. No caso do trigo e a da cana, o carboidrato puro, pura energia. No caso da coca, algo bem diferente, mas que parece igual. Não a energia que move as coisas do carboidrato, mas a sensação de energia ilimitada, injetada diretamente nas células do cérebro.
Começou-se a refinar trigo, cana e coca mais ou menos na mesma época, na segunda metade do século 19, com mais intensidade por volta de 1870. No livro (que recomendo muitíssimo) “Em Defesa da Comida”, o jornalista Michael Pollan conta como a tal “cultura ocidental” adorou a novidade. Os cientistas ficaram em êxtase, porque acreditavam que o modo de compreender o universo é dividi-lo em pequenos pedacinhos e estudar um pedacinho de cada vez (esse é o tal reducionismo científico). Nada melhor para eles, então, do que estudar apenas o que importa nas plantas, e não aquele lixo inútil – fibras, minerais, vitaminas e outras sujeiras. Os capitalistas industriais também curtiram de montão. Um pó refinado é super lucrativo, muito fácil de produzir em quantidades imensas, praticamente não estraga, pode ser transportado a longuíssimas distâncias. A indústria de junk food floresceu e sua grana financiou as pesquisas dos cientistas, que, animadíssimos, queriam mais.

Sabe por que esses pós refinados não estragam? Porque praticamente não têm nutrientes. As bactérias e insetos não se interessam pelo que não tem nutriente.

Os três tem efeito parecido na gente. Eles nos jogam no céu com uma descarga de energia e, minutos depois, nos deixam despencar. Aí a gente quer mais. Como eles foram separados das partes mais duras das plantas – as fibras – nosso corpo os absorve como um ralo, de uma vez só. Seu efeito eletrificante manda sinais para o organismo inteiro, o metabolismo se acelera. Aí o efeito vai embora de repente. E o corpo é pego no contrapé.

Cocaína, farinha e açúcar eram O Bem no final do século 19. Eram conquistas da engenhosidade humana. Eram a prova viva de que a ciência ainda iria conquistar tudo, de que o homem é maior do que a natureza, de que o progresso é inevitável e lindo. Cocaína era “o elixir da vida”. Nas palavras publicadas numa revista do século 19, “um substituto para a comida, para que as pessoas possam eventualmente passar um mês sem comer.” Farinha e açúcar davam margem a fantasias de ficção científica, como a pílula que dispensaria o humano do ato animal e inferior de comer.

O equívoco da cocaína ficou demonstrado mais cedo, já nas primeiras décadas do século 20. De medicamento patenteado pela Bayer, virou “droga”, proibida, enquanto exterminava uma população de viciados. A proibição amplificou seus males, transformando-a de algo que afeta alguns em algo que machuca o planeta inteiro, movendo a indústria do tráfico, que abastece quase todo o crime organizado e o terrorismo do globo.

Levaria muito tempo até que os outros dois comparsas fossem desmascarados. Até os anos 1990, farinha e açúcar ainda eram “O Bem”, enquanto “O Mal” era a gordura, o colesterol. Os médicos recomendavam que se substituisse gorduras por carboidratos e o mundo ocidental se entupiu de farinha e açúcar. Começou ali uma epidemia de diabetes tipo 2, causada pelas pancadas repentinas que farinhas e açúcar dão no nosso organismo. Começou também uma epidemia de obesidade. Sem falar que revelou-se que açúcar e farinha estão envolvidos no complô para expulsar frutas, folhas e legumes dos nossos pratos, o que está exterminando gente com câncer e doenças cardíacas. Como câncer e coração são as maiores causas de morte do mundo urbanizado, chega-se à constatação dolorosa: farinha e açúcar são na verdade muito mais letais do que cocaína. É que cocaína viciou poucos, mas açúcar e farinha viciaram quase todo mundo.

Agora os três pós brancos são “O Mal”. A humanidade está mobilizada para exterminá-los. Há até uma nova dieta vendendo toneladas de livros pela qual corta-se todos os carboidratos da dieta e come-se apenas gordura.

Em 1870, caímos na ilusão de que era possível “refinar” plantas até extrair delas o bem absoluto, apenas para nos convencermos décadas depois de que tínhamos criado o mal absoluto. Mas será que o problema não é essa mania humana de separar as coisas entre “O Bem” e “O Mal” em vez de entender que o mundo é mais complexo que isso e que há bem e mal em cada coisa? Trigo, cana e coca, se mastigados inteiros – integrais – são nutritivos e inofensivos e protegem contra doenças crônicas. Precisamos parar de tentar “refinar” a natureza e entender que ela é melhor integral.

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Além das palmadas existem outras froams de punição, que tem por objetivo levar a criança a adotar um comportamento adaptado a uma dada situação.

Ainda assim, se trata de machucar a criança de uma maneira ou de outra. Privar-lhe do que ele mais ama, humilhá-lo ou dizer-lhe palavras duras, são maneiras de punir ineficazmente. O medo e o temor só podem gerar a angústia, a revolta ou a submissão ‘a vida sem nenhum olhar crítico.

Para agir de maneira justa, os pequenos precisam fazer experiências, ligar causas e efeitos, eles também precisam de informações adaptadas.

Quando eles são punidos, eles aprendem a temer a punição e à evitá-la, eles não aprendem a compreender por que seus pais esperam deles certas ações, eles não aprendem as consequências das situações perigosas. Eles conhecem apenas o evitar, e o dia em que a ameaça da punição desaparece, os comportamentos inadequados reaparecem. Eles sentem vergonha de não ser “como deveriam”.

Da mãe que não suporta mais os choros de seus filhos e lança um ” cala boca, seu chato!!!” ou do pai que priva seu filho de sair porque suas notas escolares não estavam ‘a altura do que ele esperava, nós estamos na mesma diligência de pais que esperam modelar seu fiho “a imagem que eles sonham e que são consequência de uma boa parte dos efeitos devastadores de sua própria educação.

A recompensa poderia parecer mais humana, mas é uma outra forma de manipulação. As crianças constantemenbte recompensadas não se sentem perseguidas, enaquanto não são?

As ações que procuram os pequenos em particular ( e isto será sempre verdadeiro daqui para a frente se não há manipulação) é uma grande alegria. Ele age por ele mesmo pela aprendizagem do gesto, depois para executar algo quando ele mesmo decidiu. Ele não precisa de nenhuma recompensa por isso. ISto não quer dizer que devemos privar nossos filhos de presentes, mas que poderíamos desconectá-los das consequências de seus atos.

Parte do livro ” Elever son enfant…autrement.”

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