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Posts Tagged ‘vacinas’

Vacinas : um tema controverso II

Este texto foi escrito pela Juty Chen, tem muita informação interessante e ela autorizou a publicação aqui. Aproveitem…

“Desmistificando as vacinas uma por uma:

1o. Mês: BCG
O próprio de Lamare explicita: “a BCG não evita a tuberculose. Se a criança apesar de vacinada estiver em contato mais ou menos constante com pessoa contagiante, pode apanhar a doença. Entretanto, a criança vacinada pelo BCG se defenderá muito melhor do que a não-vacinada; a vacina evitará que a tuberculose adquira formas graves, etc..”

Depois você procura entender como é adquirido tuberculose por um bebê:
“A infecção decorre, geralmente, da convivência prolongada e íntima que caracteriza a vida em família… o contágio, direto ou indireto, constitui importante método de transmissão.. A introdução do bacilo da tuberculose no corpo humano, não é, invariavelmente, seguida do desenvolvimento da doença… A incidência maior entre as raças negra e mestiça está ligada a fatores socioeconônicos, como precariedade de sistemas sanitários…. Cidades com superpopulação, com poucos lugares ao ar livre e com sol, subnutrição e moradias inadequadas deverão ser os fatores responsáveis.

Recentemente, o filho de uma amiga minha, que é jornalista da Folha de SP, pegou tuberculose, através do sistema de ar-condicionado no prédio onde trabalha, mesmo tendo sido vacinado quando criança.

Se você tem uma pessoa tuberculosa na família, é obrigada a conviver com ela e seu bebê, num cubículo diminuto de uma favela, com poucos lugares ao sol, não tem um sistema de esgoto e vive sob o espectro da desnutrição, recomendo que você dê a vacina ao seu bebê. Porque o Estado não é capaz de te dar saneamento básico. Mas uma ampola de vacina, ele é capaz de te pagar, para você continuar vivendo na favela, e ainda faz propaganda de que protege a infância.

Deveria se chamar vacina-para-países-sem-planejamento-urbano.

Consultei o calendário de vacinação de um livro de pediatria britânico da década de 90. (The Great Ormond Street Boof of Baby and Child Care). A BCG era recomendada para ser tomada durante a infância ou entre 10 e 14 anos, e não para ser aplicada em bebês com menos de 1 mês.

Eu fiquei curiosa e pedi para minha irmã me trazer da Bélgica, o calendário de vacinação de crianças de um país super-desenvolvido. Afinal, Bélgica é a Bélgica. Ela me trouxe o calendário de 2004 e … não tem BGC! Na Alemanha, fiquei sabendo depois por uma mãe, a BCG também não está no calendário.

1o. Mês: Hepatite B
A hepatite B é transmitida através de relação sexual e contato com plasma sanguíneo. Contato por transfusão é difícil, pois os bancos de sangue são controlados. Geralmente profissionais de saúde precisam tomar esta vacina.
Agora o estilo de vida que nossos filhos precisam ter para contrair hepatite B durante a adolescência: praticar sexo inseguro (sem camisinha) com um ou mais parceiros, uso de drogas injetáveis, compartilhando seringas usadas.
Você concorda que se seu filho tiver esse estilo de vida, hepatite B vai ser o menor dos problemas? Antes vem gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis e temporadas em clínicas de dependentes químicos.

Até o 6º mês, o bebê não produz anticorpos, a vacina proporciona uma imunidade transitória, portanto são necessárias doses de reforço de 2 em 2 meses. Até o 6o. mês, o bebê irá tomar, de acordo com o calendário brasileiro, 3 vezes a Sabin (pólio), 3 vezes a tríplice bacteriana (DPT) e 3 vezes a anti-hemophilus. O maior paradoxo é que se você ler todas as doenças que eu explicar aqui, verá que até os 6 meses, no seu caso e no meu, que vivemos em boas condições “sócio-econômicas”, as vacinas não tem o menor sentido.
Se você não se sentir seguro para deixar de vacinar seu filho, pelo menos adie até que seu sistema imunológico esteja maduro. No mínimo economizará umas 4 picadas de injeção.

E sobre Hepatite B, tem esse trecho retirado do livro “Poisoning of Generations” de Mark Sircus (um dos colaboradores da Vacina Veritas):

“Aproximadamente 50% dos pacientes que contraem a hepatite B têm baixo crescimento viral e uma resposta muito rápida do sistema imunológico, portanto não desenvolvem nenhum sintoma, derrotam o vírus e ganham imunidade por toda a vida. Outros 30% têm sintomas de uma gripe, neste caso também a hepatite passa não diagnosticada, elas derrotam o vírus e desenvolvem imunidade por toda a vida. Aproximadamente 20% dos pacientes têm um crescimento viral maior e uma resposta lenta do sistema imunológico, portanto ficam doente o bastante para serem diagnosticados como sofrendo de hapatite B. A grande maioria derrota o vírus e adquire imunidade por toda a vida. Raramente (<5% das pessoas) se tornam portadores crônicos do vírus.

Em torno de dois décimos de 1% ficam doentes, não derrotam o vírus, e morrem por terem desenvolvido complicações no fígado. Estas poucas mortes podem ser atribuídas a fatores outros do que a voracidade do vírus, visto que a maioria é capaz de gerenciar a doença muito bem, sem intervenção, dependendo das defesas de um sistema imunológico saudável. A voracidade do vírus é constante; é a relativa força ou fraqueza do hospedeiro a variável mais importante?”

2o. Mês: Pólio
Poliomielite. A transmissão ocorre via ingestão de fezes de outra criança com poliomelite. Um espanto. Geralmente ocorre em locais com saneamento precário. Você adivinhou: água. E as moscas pousando sobre a comida podem veicular essa doença também.
Agora imagina um lugar em que moscas pousam sobre o cocô de uma criança e vêm depois pousar na comida de seu filho.
Deveria se chamar vacina-para-países-sem-saneamento-básico.
Minha bebê até os 6 meses só mamava no peito, então ela estava fora do risco de contrair pólio (Era completamente desnecessário dar 3 vezes a Sabin neste período). E mesmo que não mamasse, que mãe seria tão relapsa para dar comida de boteco a um bebê?
Agora que começou com papinha, sou eu quem prepara a comida dela e com bastante cuidado para não pousar nenhum inseto. Moramos num local com condições sanitárias boas. Foi a única vacina que deixei o Sérgio (meu ex-marido) aplicar, porque ele estava quase surtando. Para mim virou vacina-para-parar-de-quebrar-o-pau-com-o-Sérgio, pois não conseguia convencê-lo de maneira alguma a viver sem vacinas.
Rezei para ela não pegar pólio com a própria vacina, pois desde que a poliomielite selvagem foi erradicada no Brasil há 10 anos atrás, os únicos casos de contaminação foram crianças que tomaram a vacina (contêm o vírus enfraquecido, mas vivo).
Existe a Salk que vem com o vírus inativo, mas aqui no Brasil, os laboratórios só importam a Salk combinada na penta (Salk + DPT + Hemophilus). Não existe a vacina isolada, porque não há interesse comercial de importação, bem entendido.
E olhe o que você leva de brinde.

2o. Mês: Difteria (D)
É uma doença contagiosa que forma placas brancas ou cinzentas na garganta e podem levar à sufocação. Começa com uma febre e a criança inapetente. É mais freqüente em lugares de clima frio (como moramos em um país tropical, e com o aquecimento global….). As placas se formam na garganta, úvula, céu-da-boca, etc.. Mães tranqüilas conseguem observar a boca do filho e avisar o médico. Mães nervosas e pediatras idem já ministram antibióticos sem parar para perguntar.
Pode matar. Tem cura, se diagnosticada desde cedo.
Antibióticos podem mascarar o diagnóstico, pois a cultura do material recolhido, pode demorar de 5 a 7 dias para se mostrar positiva. É muito importante que o diagnóstico seja feito nas primeiras 48 horas, pois o soro anti-diftérico é mais eficiente neste período. Aqui entra a importância do diagnóstico clínico (aquele feito no olho, por pediatras experientes, coisa em falta ultimamente).
Podemos chamá-la de vacina-contra-médico-ruim-que-diagnostica-antibiótico-para-qualquer-febre.
Melhor do que melhorar a qualidade dos pediatras, dá-lhe vacina em todas as crianças.

Essa vacina tem validade de 10 anos. Isso quer dizer que eu estou há mais de 20 ou 30 anos sem imunização. Corro o mesmo risco da minha filha, de pegar difteria.

2o. Mês: Coqueluche (P-ertussis)
Coqueluche não mata, o que mata são as complicações decorrentes quando não tratada. É uma gripe com tosse muito forte. Típico de países frios. Tanto a coqueluche quanto a difteria eram comuns em na Europa e nos EUA, no início do século passado. O contágio, como a gripe, se dá com o convívio em ambientes fechados. Como moramos num país tropical… importamos tudo dos países frios… desde ternos que são usados no verão, até vacinas contra doenças que são comuns no frio. Alguém me disse que o melhor vendedor do mundo é aquele que vende geladeira para o esquimó. A indústria farmacêutica é então, a melhor vendedora do mundo.
Esta é a vacina que mais causa reações nos recém-nascidos. Desde inflamações, até febres. Existe uma versão acelular, segundo se apregoa, causa menos efeitos colaterais.
Dizem que a não-vacinação privilegia crianças mais abastadas, pois estas têm acesso mais rápido a tratamentos médicos. Então esta deveria se chamar vacina-para-países-que-não-dão-assistência-médica-para-os-pobres.

2o. Mês: Tétano (T)
Vacina contra tétano. Os bacilos do tétano vivem no cocô de cavalo. Antigamente, quando os cavalos puxavam charrete pela cidade e tinha cocô de cavalo para todo lado, as crianças que brincavam na rua e se machucavam com cortes perfurantes, tinham uma grande probabilidade de contrair tétano. Costumavam-se adubar jardins com cocô de cavalo. Justo o lugar onde crianças costumam brincar.
E tétano mata.
A vacina contra tétano tem validade de 10 anos.
Em 2004, minha mãe conheceu um menino de 12 anos, que sofreu um corte perfurante, contraiu tétano e morreu. Provavelmente esse menino foi imunizado quando criança. Ironia das ironias. Pegou tétano quando a vacina expirou. Outra ironia: o pai é médico. O menino mostrou o corte, o pai achou que não era nada e quando foram socorrer, era tarde demais.
Essa deveria se chamar vacina-para-pais-que-não-prestam-atenção-nos-filhos.
Detalhe, existe uma profilaxia contra o tétano após ferimentos e a doença pode ser tratada logo no início com soro anti-tetânico. Ela tem cura.

Qual foi a última vez que você tomou uma vacina contra tétano? Eu, pelo que me lembre, há mais de 20 anos. Estou vivendo há 20 anos sem proteção nenhuma contra o tétano. E continuo vivendo.
Dar esta vacina para um bebê que nem consegue se virar? Ainda repetir 2 vezes até completar 6 meses? Pense no seu bebê com 6 meses. Sequer consegue sentar. Uma pergunta que eu faço: Porque dar vacina aos bebês tão cedo?

2o. Mês: Anti-hemophilus
Um tipo de gripe. Epidemias são comuns em bebês que ficam em creches. Não mata, é tratável.
Deveria se chamar vacina-para-pais-que-deixam-filhos-em-creches.

3o. Mês: 2a. dose da Hepatite B

4o. Mês: 2a. dose da Sabin, da DPT (Difteria, Pertussis, Tétano) e da Anti-hemophilus

6o. Mês: 3a. dose da Sabin, da DPT (Difteria, Pertussis, Tétano) e da Anti-hemophilus

7o. Mês: 3a. dose da Hepatite B

9o. Mês: Sarampo
Vacina contra sarampo. Pode matar…crianças desnutridas. Outra vacina para país subdesenvolvido. Sarampo é tratável. É uma típica doença infantil, pois só se pega uma vez na vida. Nos países de clima quente, o sarampo é geralmente benigno (amo viver num país tropical)
Deveria se chamar vacina-para-países-que-não-conseguem-garantir-uma-infância-nutrida.

12o. Mês: Catapora
Outra típica doença infantil, também se pega uma vez na vida. Pode trazer complicações se adquirida na idade adulta, ou seja, assumir formas mais graves. Não mata, é tratável.
Uma leve febre. Formam-se vesículas pelo corpo que se rompem, formando crostas. As crostas (casquinhas pretas) se desprendem depois de 15 a 20 dias. A catapora provoca prurido. Algumas pessoas confundem com urticária ou alergia. Só que alergias não provocam febre.
Detalhe, meninas que pegaram catapora transmitem a imunidade para a prole, através do leite materno. Meninas vacinadas, não.

15o. Mês: Rubéola
Idem à catapora. Típica doença infantil, pega-se uma vez e imuniza para o resto da vida. Não mata, é tratável. É bom para meninas.
Uma gestante que contraia rubéola nos 3 primeiros meses de gestação, pode afetar gravemente seu feto. Mas a rubéola no final da gravidez não tem efeitos maiores. De qualquer forma, isso poderia ser evitado com um pré-natal cuidadoso. Se a mulher pretende engravidar e não teve rubéola, pode-se tomar a vacina. É a única implicação.
Deveria se chamar vacina-para-falta-de-planejamento-familiar.

15o. Mês: Caxumba
É um vírus que provoca parotidite, ou seja comprometimento das glândulas salivares, comumente designado pelo povo como “papeira”.
Tratável, típica doença de infância, são raros os segundos ataques. Não mata, requer apenas repouso e dietas à base de sopas.

15o. Mês: 2a. dose de Sarampo

16o. ao 18o Mês: 4a. dose da Sabin, da DPT (Difteria, Pertussis, Tétano)

Algumas vacinas estão fora do calendário oficial, mas são boas para as clínicas de vacinação particulares fazerem um terrorismo nos pais.

Meningite
É uma vacina que é indicada para períodos de epidemia, tendo em vista seu breve período de imunização. As vacinas disponíveis são para a meningite tipo A e C. Geralmente as epidemias são causadas pelo tipo B. Só existe uma vacina produzida em Cuba que imuniza contra o tipo B, e a experiência mundial sobre ela é muito pequena (Em outras palavras, não foi aprovada pelo FDA. O que não é bom para os Estados Unidos, não é bom para o mundo).
Tenho uma amiga que vacinou o filho, porque tinha um conhecido que faleceu na idade adulta de meningite. Apesar de tecnicamente, a vacina não ter mais efeito em seu filho hoje, o psicológico dela está ótimo. Ela está crente que o filho dela está protegido contra meningite.
Deveria se chamar vacina-para-pais-pouco-informados-sobre-meningite.

Rotavírus
Uma doencinha chata. Tem cura é tratável. Pode causar diarréias que são perigosas para as criancinhas. Não tratada, a diarréia (não o rotavírus) pode matar. Índice nos EUA de mortalidade para crianças com rotavírus com rápido acesso a instituições de saúde: zero. Índice de mortalidade das crianças vacinadas pela primeira geração de vacina contra rotavírus: 1 para cada 30.000 por um efeito colateral chamado intussuscepção. Estou enviando a seguir, um histórico do desenvolvimento da vacina contra rotavírus para você avaliar as contradições e a força da indústrica farmacêutica para colocar uma nova vacina no mercado, especialmente para inserí-la no calendário de vacinação de países do terceiro mundo.

Como no Brasil se tornou uma vacina opcional, olha o argumento usado para comercializar essa vacina para pais de classe média e alta, justamente os que tem mais acesso a instituições de saúde e que não precisariam dela: os pais não precisam perder noites, nem dias de trabalho, em prontos-socorros, com os filhos.
Deveria se chamar vacina-para-pais-trabalham-demais-e-não-tem-tempo-para-seus-filhos, e se pais pensam nesse argumento para vacinar seus filhos contra rotavírus, deveria se chamar vacina-para-pais-que-não-mereciam-ter-tido-filhos.

Gripe
Vacina contra gripe. Eu tenho uma experiência pessoal pois eu tomei essa maldita vacina.
Eu estava há 3 anos sem pegar um resfriado sequer. Resolvemos vacinar todo mundo na empresa, porque quando essa vacina apareceu, era novidade e todo mundo queria experimentar. Imagina reduzir significativamente as faltas dos funcionários por motivos de doença. A idéia era sedutora.
Depois que eu tomei, fique pegando uma gripe depois de outra nos 2 anos subsequentes. Além disso, a vacina tinha uma contra-indicação para pessoas que eram alérgicas a clara de ovo (deve ter albumina). Resumo, peguei uma alergia, fui fazer um exame de sangue, para minha surpresa era alergia a clara de ovo!!! Coisa que nunca tinha tido antes. Um espanto.
Dar para minha filha, nem pensar.

Resumo das Vacinas

* Você achou alguma vacina útil para seu estilo de vida?
* Nem todas as vacinas garantem 100% de imunização. Crianças que chegaram a ser vacinadas contra catapora, coqueluche, podem pegar estas doenças do mesmo jeito.
* Os estudos sobre as vacinas desconsideram os efeitos colaterais. Estudam os efeitos por apenas um tempo após a aplicação. Desconsideram os demais efeitos ou os consideram irrelevantes. No caso da gripe, eu desenvolvi alergia à clara de ovo, 6 meses depois da vacina!! Para mim, isso foi relevante.
* Tomei um antibiótico (Tequin) por 10 dias e desenvolvi uma alergia com mialgia (dor por todo o corpo) após 12 dias, 2 dias depois de parar com o antibiótico. O médico disse que era impossível ter sido causada pelo antibiótico. Eu li depois na bula, que o Tequin atacava as cartilagens. Exatamente as dores que eu sentia pelo corpo e em todas as articulações. Para mim, isso foi relevante!.
* Um fato sobre vacinas: seus efeitos colaterais são seguramente reportados pelos pediatras como doenças diferentes.
* Outro fato sobre vacinas: não existem estudos com grupos de controle! Isso é um espanto. Não existe um estudo conduzido com grupos de crianças vacinadas e não-vacinadas, uma vez que é considerado direito de toda criança ser vacinada. Para mim, essa é a irregularidade mais gritante, pois não existe base científica para se formular estudos comparativos. Por isso que, de ambos os lados, pró-vacinação e contra-vacinação, o que existem são estatísticas facilmente manipuladas ao sabor da opinião e conjecturas. Por exemplo:
* Os grupos americanos que defendem a não-vacinação buscam correlação das vacinas com o aumento de autismo com o mercúrio contido nas mesmas. Para isso, possuem apenas estatísticas como o aumento da curva de autismo muito superior ao esperado (pelo aumento vegetativo da população), coincidindo nos últimos 20 anos com o aumento da quantidade de vacinas do calendário obrigatório. O lobby destes grupos forçou o Congresso americano a retirar o mercúrio das vacinas. No Brasil, como o mercúrio (timerosal ) é utilizado como conservante, a sua retirada aumentaria os custos pois obrigaria cada dose a ser embalada individualmente. As vacinas (antitetânica, DT, hep B e DPT) produzidas pelo Instituto Butantã contém 200 microgramas de Timerosal, o que significa 100 microgramas de mercúrio: 4 vezes a mais que as vacinas americanas (25 microgramas). Essa pequena quantidade nas vacinas americanas já causou um movimento imenso na sociedade para sua retirada.
Enquanto que aqui no Brasil, continuamos a envenenar nossas crianças. Essa quantidade de mercúrio já é suficiente para poluir 20 litros de água, tornando-a imprópria para consumo, de acordo com a EPA (Environment Protection Agency). Quantos litros de sangue tem um bebê?
Debaixo desse raciocínio é que a OMS calcula ser melhor continuar com o timerosal nas vacinas do que aumentar os riscos de faltar vacinas no terceiro mundo, por aumento de custos de fabricação. O raciocínio das políticas de saúde são baseados em estatísticas populacionais e não em indivíduos. Dentro desse raciocínio, casualidades são apenas números.
Desculpe, minha filha não é mais um número nas estatísticas. Para mim, ela é unica. Se cada um defende seus interesses, eu preciso defender os meus.
Os mesmos grupos observaram a queda dos índices da síndrome de morte súbita nos bebês de até 6 meses, quando o Japão decidiu atrasar a idade mínima para início das vacinações.
Os pais têm o direito de ler a bula das vacinas e discutir exaustivamente com os profissionais de saúde sobre uso e implicações das mesmas.
Na dúvida, use o bom-senso. Eu baseei minha argumentação em estilo de vida. Fora estas 14 doenças acima para as quais existem vacinas, existem outras centenas para as quais não há vacinas. Angustiar-se pelas doenças que seu filho pode pegar ou não, é passatempo para pais hipocondríacos.” Juty

Gostaria de agradecer a Juty e dizer novamente que essa decisão de vacinar u não é uma decisão muito difícil e que deve ser tomada baseada em informação confiável.

bjos, Vir

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Vacinas: um tema controverso I

Bom dia, meu nome é Virginia (Vir Brandi) e este é meu primeiro post aqui no maternasp. Vou começar já lançando um tema controverso, que é a vacinação ou não de nossos filhos. Vou trazer alguns textos (divididos em 2 ou 3 partes, para não ficar muito longo) sobre o assunto, visando a melhor reflexão de cada um, para que todos possam tomar suas decisões conscientes.

Quero deixar claro que não estou aqui fazendo apologia a NÃO vacinação. Meu intuito é somente informar, para que CADA PAI E MÃE possa tomar suas decisões baseadas em dados científicos e não manipulados.

Então vamos lá… 🙂

*****

No mundo de hoje, pais conscientes precisam enfrentar muitas decisões importantes no esforço de criar os filhos de modo seguro e saudável. É muito difícil sermos pais porque precisamos tomar a decisão certa para nossos filhos e muitas vezes isso significa fazer as coisas diferente do que “todo o mundo” está fazendo.

Desde que a criança nasce, os pais precisam decidir se ela deverá tomar uma série de vacinas que segundo o governo e a comunidade médica darão “imunidade” contra certas doenças. Seguindo as diretrizes oficiais, algumas vacinas deverão ser ministradas a partir do nascimento. Aos seis anos de idade a criança recebeu uma série de 13 vacinações que, segundo dizem, oferecem proteção contra doenças infantis — desde as mais leves, como caxumba e sarampo, até as mais graves como poliomielite e difteria. A maioria dos pais é levada a acreditar que essas vacinas vão proteger os filhos contra doenças que aleijam e ameaçam a vida.

Na verdade, é muito controvertido se as vacinas são seguras e eficientes no combate ás doenças que supostamente vão evitar. Alguns médicos alertam que as vacinações representam um risco inaceitável, pois causam um número inacreditável de graves problemas e milhares de mortes em crianças americanas. Esses médicos afirmam que as vacinas não são eficazes na prevenção de doenças e que, na verdade, são uma causa importante de doença e morte. O governo americano e autoridades médicas reconhecem que muitos óbitos e problemas de saúde são causados anualmente por vacinas, mas afirmam que a vacinação ainda é um risco aceitável e um meio eficaz de prevenir doenças.

É chocante quanta informação sobre a ineficácia e os efeitos prejudiciais são escondidos do público americano. Geralmente as pessoas não são informadas pelo seu médico sobre os riscos da vacinação. Entretanto, acreditamos que a decisão se a criança deve ou não ser vacinada precisa ser tomada pelos pais — não pelo governo. Uma decisão informada sobre essa questão tão vital somente pode ser tomada pelos pais que conhecem os dois lados da controvérsia.

Relatórios oficias do governo e inúmeros estudos médicos apresentam provas esmagadoras indicando que as vacinas não são seguras. Pesquisas mostram, que nos Estados Unidos milhares de bebês morrem anualmente em conseqüência da vacinação e centenas de milhares sofrem convulsões, coma, paralisia e danos cerebrais.

A Escola de Medicina da Universidade de Nevada conduziu uma pesquisa com 103 crianças americanas, cujas mortes haviam sido atribuídas à SIDS. A pesquisa mostrou, que dois terços dessas crianças haviam recebido a vacina tríplice (DPT) nas três semanas que antecederam o óbito e muitas morreram nas 24 horas após a vacinação.

De acordo com um número do Suplemento Pediátrico de 1988, a ocorrência da SIDS caiu 50% na Austrália no mesmo ano em que a vacinação diminuiu 50%, ao deixar de ser obrigatória naquele país. A mesma publicação médica observa que, em 1979, o Japão deixou de vacinar bebês e elevou a idade da vacinação para dois anos. Como resultado os casos de óbito e convulsões em bebês praticamente desapareceram. O Japão registrou o menor índice de óbitos de bebês do mundo. Outro país com coeficiente de mortalidade infantil muito baixo é a Suécia, onde bebês não são vacinados. Os Estados Unidos estão em 20º lugar quanto à mortalidade infantil, apesar de seu renomado sistema médico e padrão elevado de vida.

Aqueles que advogam a obrigatoriedade da vacinação apontam a vacina contra a poliomielite como exemplo do sucesso das vacinas no controle de uma epidemia perigosa. No entanto, o governo americano e autoridades médicas reconhecem que nos últimos 30 anos os únicos óbitos por poliomielite foram causados pela vacina contra pólio.

Como são feitas as vacinas:

As vacinas são feitas passando o micróbio original da doença (poliomielite, difteria, sarampo, etc.) através do tecido de um animal ou feto humano abortado, em um processo que visa enfraquecer o micróbio. Por exemplo, o vírus do sarampo é passado através de embriões de pintinhos; o vírus da pólio passa através de rins de macaco, o vírus da rubéola é injetado nos órgãos dissecados de um feto humano abortado.

Em seguida, o micróbio enfraquecido é combinado com reforçadores de anticorpos, estabilizadores, medicamentos, antibióticos e desinfetantes tóxicos (neomicina, estreptomicina, cloreto de sódio, hidróxido de sódio, hidróxido de alumínio, sorbitol, gelatina hidrolizada, formaldeído e um derivado de mercúrio conhecido como timerosal) para tornar o micróbio causador da doença “seguro” para uso humano.

Existem “vacinas vivas” e “vacinas mortas”. Nas vacinas mortas, o micróbio é inativado por calor, irradiação ou produtos químicos antes de ser injetado na corrente sanguínea. Nas vacinas vivas, o micróbio está ativo, porém enfraquecido, ao ser injetado no organismo de criança.

Segundo a teoria que apóia as vacinações, o micróbio enfraquecido e diluído da vacina vai ajudar o organismo da criança a criar imunidade contra a doença causada por aquele micróbio. Verificou-se que as vacinas também podem estar contaminadas por ingredientes imprevistos, como vírus dos animais e o material genético estranho (ADN e ARN) do animal usado na passagem.

O sistema imunológico humano é incrivelmente eficaz e a melhor maneira de conservá-lo consiste em seguir as leis da natureza na alimentação e no estilo de vida. A melhor forma de fortalecer o sistema imunológico da criança é começar a alimentar o bebê com o leite materno. Este transmite uma forma de imunização muito mais avançada do que qualquer vacina que jamais será inventada pela ciência. Depois, à medida que a criança cresce, deverá gradualmente receber uma alimentação consistindo principalmente de frutas e hortaliças frescas cruas, sucos frescos e grãos integrais que ajudarão o sistema imunológico a amadurecer da forma satisfatória.

Muitos pais são levados a acreditar que as leis não permitem que eles optem por ter seus filhos vacinados ou não e as escolas costumam recusar a matrícula de crianças não vacinadas. Os pais que preferem que seus filhos não sejam vacinados recebem muita pressão e, às vezes, até assédio de médicos, diretores das escolas e autoridades públicas. A batalha pode ser dura mas, segundo advogados experientes nessa área, ” A decisão de vacinar seu filho é sua, apenas sua”.

Fonte: A revista “Back to the Garden” Spring/Summer 1999, editada pela organização Hallelujah Acres, Shelby, North Carolina, EUA

*****

bjos, Vir

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