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Posts Tagged ‘amamentação’

É muito importante compreender o funcionamento de nosso corpo para manter a confiança na amamentação.

As imagens abaixo estão num infográfico do site BEBÊ.COM.BR. Vale a pena passar lá para conferir também as matérias sobre amamentação que se seguem às mesmas.

Por Diogo Sponchiato

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Matrice no Estadão

No suplemento feminino do ESTADÃO, uma matéria com a participação de Fabíola Cassab e Matrice.

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Amamentação sem tropeço

Traumas mamilares são a principal causa da interrupção do aleitamento materno. Saiba como evitá-los

Ciça Vallerio – O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – Ninguém questiona mais a importância do aleitamento materno. O que muitas mulheres não sabem é que amamentar requer um mínimo de preparo para evitar os terríveis traumas nos seios: fissuras, dores e sangramento. Uma pesquisa nacional realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Unicef revelou que 97% das mães iniciam a amamentação, mas 43% a interrompem antes de a criança completar 3 meses.

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O que é Livre Demanda?

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Livre demanda é deixar o bebê mamar quando e quanto ele quiser, seja por fome, necessidade de sucção ou simplesmente saudade. Ele que determina quando quer mamar e quanto tempo quer mamar. Livre demanda é deixar o bebê no seio até ele ficar satisfeito e soltar o seio espontaneamente.

Livre demanda é dar o peito sempre que o bebê tiver fome, o que não significa que todas as vezes que ele chora, ele está com fome. Pode estar precisando apenas de colo, de contato físico e o peito pode ser oferecido como conforto para essas situações também. Livre demanda é amamentar sempre que o bebê e/ou a mãe tiverem vontade.

Na livre demanda não existe regra, cada bebê faz o seu ritmo. O bebê acaba criando uma rotina espontaneamente, mas vai ter dias em que ele vai mamar com muito mais freqüência e dias em que vai mamar menos. Se o dia estiver quente ele pode querer mamar mais, se estiver cheio de novidades pode querer menos.

Nos primeiros três meses a livre demanda tem especial importância, pois a produção de leite está se estabelecendo perante as necessidades do bebê e colocar horários neste período pode ser perigoso para o estabelecimento da produção futura.

Além de que, nos três primeiros meses tudo é novidade para mãe e filho. Esta é uma fase de adaptação mútua, em que o bebê precisa se adaptar à vida fora do útero, pois seu organismo ainda é imaturo, pode ter cólicas, pode precisar de aconchego, de colo, sentir que está seguro aqui como estava lá dentro. Assim, a amamentação em livre demanda é uma continuidade da gestação, onde o bebê era nutrido continuamente.

Cada bebê tem uma necessidade diferente, ele pode precisar no começo mamar a cada hora ou mesmo ficar mais de 40 minutos mamando, assim como de uma hora para outra ele pode passar a querer mamar apenas poucos minutos e menos vezes ao dia.

Durante o aleitamento exclusivo, nos primeiros seis meses de vida, a livre demanda garante que o bebê seja nutrido e hidratado adequadamente. Nos dias quentes ele pode ter mais sede e mamar mais, bem como quando estiver em um pico de crescimento e pode precisar mamar mais.
A livre demanda é uma forma de garantir que ele estará recebendo tudo o que precisa.

A amamentação em livre demanda também é importante porque o leite materno muda no decorrer da mamada e até mesmo com o intervalo entre as mamadas. Na livre demanda o bebê controla o quanto quer ficar no seio e os intervalos entre as mamadas, assim ele controla o quando está ingerindo, pois ele bem sabe o quanto precisa.

A amamentação em livre demanda pode ser mantida mesmo quando a mãe volta a trabalhar., Quando a mãe estiver ausente, seu leite pode ser oferecido com horários, mas nos momentos em que estiver com o bebê pode continuar amamentando em livre demanda.

Mesmo com a introdução de alimentos a livre demanda pode ser mantida, já que o principal alimento para o bebê até um ano continua sendo o leite materno, sendo os alimentos apenas um complemento a este. Assim, o bebê sabe o quanto precisa ingerir e aos poucos vai se adaptando aos alimentos, e vai passar a comer mais e mamar menos.

Na amamentação em livre demanda, a mãe não se torna uma escrava do bebê, ela apenas respeita o seu tempo para criação de um ritmo.

A amamentação em livre demanda pode ser mantida até o desmame, já que em uma relação saudável entre mãe e filho, a criança vai adquirindo segurança e desmamando naturalmente, no seu tempo, que pode variar muito de uma criança para outra.

É o “fechamento” natural do ciclo da gravidez e do parto, segundo G.D de Carvalho, 2001″

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A atriz Salma Hayek mostrou na TV que é também uma estrela do trabalho humanitário. Em um programa exibido no canal CBS nos Estados Unidos a atriz apareceu amamentando uma criança na África.

Hayek viajou à Serra Leoa em setembro do ano passado para trabalhar voluntariamente pela Unicef em um projeto de combate ao tétano. A apresentadora Cynthia McFadden acompanhou a atriz para relatar a missão.

Pouco antes da viagem, a filha de Hayek, Valentina, havia completado um ano de idade. Recentemente, a atriz comentou o episódio.

“O bebê estava perfeitamente saudável, mas a mãe não tinha leite. Ele estava faminto. Eu estava desmamando Valentina, mas ainda tinha muito leite, então amamentei o bebê. Você deveria ter visto seus olhos. Quando ele sentiu o alimento, imediatamente parou de chorar”.

A reportagem sobre a viagem de Hayek à África foi exibida no programa “Nightline” na semana passada.

Recentemente Hayek, que também é produtora de TV, gravou quatro episódios para a série de comédia “30 Rock”.

da Folha Online

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Não é implicancia!

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Quando falamos em “Boicote Nestlé”, sempre parece que é implicancia deste “mando de hipongos”. Sempre ouvimos um comentário ou outro: “ai que loucura” ou “ai você acha que vai fazer diferença?” ou ainda pior “os produtos são tão bons desta marca!”. Quem faz boicote a Nestlé e nunca ouviu isso que levante o mouse.

Pois em julho de 2008 saiu uma notinha na ong Baby Milk onde declara a Nestlé esta entre as dez (DEZ) empresas mais criticadas pela ECOCFAT. Estas empresas foram sistematicamente e seriamente criticaram pela mídia e ONG ’s do mundo para questões, incluindo violações dos direitos humanos, graves violações ambientais, corrupção e suborno e violações das normas de mão-de-obra, da saúde e segurança. Classificações baseiam-se sobre a reputação risco índice (RRI), tal como medido pela RepRisk nos seis primeiros meses deste ano.

E ai? não ficou com vontade de fazer o boicote?

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bebê com conjuntivite?

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Isa Yoshikawa de Souza, acostumada a atender as centenas de mães que procuram o Instituto Fernandes Filgueiras, no Rio, ensina como funciona o colírio materno:

A mãe pode espirrar o leite materno nos olhos do bebê. E depois, ela deve fazer o leite entrar no olhinho dele. Vai ficar um pouquinho lambuzado, mas isso não tem problema. Para o bebê não ficar irritado, a mãe volta a dar o peito. Nessa hora, o leite está agindo contra os microorganismos. Quando terminar a mamada, limpa-se a sujeirinha toda. O resultado é excelente. Em três ou quatro dias não se vê mais a secreção no olhinho da criança”, garante a médica.

Nos últimos anos, a ciência já descobriu e comprovou outras propriedades impressionantes do leite materno. Cada gota carrega também uma espécie de herança saudável.

“O leite humano constrói uma espécie de memória sócio-biológica. Toda a proteção a proteção imunológica que a mulher constrói ao longo de sua vida se transfere para a criança no momento da amamentação”, explica o coordenador da rede nacional de Banco de Leite Materno, João Aprígio Guerra.

Quer saber mais? Clique aqui

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um resumo do capítulo A Frequência e a Duração das Mamadas, do livro Un Regalo Para Toda La Vida, do dr. Carlos González

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Provavelmente, você já escutou que o peito se dá a demanda. Mas é fácil que lhe tenham explicado mal.

É muito difícil erradicar da nossa cultura essa obsessão coletiva com os horários das mamadas. Parece que sempre foi assim. Alguns, ao ouvir falar da livre demanda, acham que é um invento dos hippies e com semelhante despropósito vamos criar uma geração de selvagens indisciplinados. Mas é justo o contrário, dar o peito à demanda é que sempre foi assim e os horários são uma invenção moderna. É verdade que algum médico romano já havia falado de horários, mas foi um caso isolado e naquele tempo as mães não perguntavam aos médicos como tinham que dar o peito. Praticamente todos os médicos do séc.XVIII recomendavam a amamentação a demanda (ou não recomendavam nada, porque, como a amamentação não é uma doença, os médicos não se ocupavam muito desse tema). Só a princípios do séc.XX começaram quase todos os médicos a recomendar um horário e mesmo assim poucas mães o seguiam, porque não havia saúde pública e os pobres
não iam ao médico se não estivessem muito doentes. Só quando as visitas ao pediatras começaram a converter-se numa cerimônia regular, em meados do século passado, começaram as mães a tentar seguir um horário, com péssimos resultados.

Muita gente(mães, familiares, médicos ou enfermeiras) lê ou ouve isso de livre demanda e pensa: “Sim, claro, não é necessário ser rígidos com as três horas. Se chora 15 min. antes, pode-se dar o peito e também não é necessário acordá-lo se está dormindo”. Ou então: “Sim, claro, a demanda, como sempre disse, nunca antes de duas horas e meia nem mais tarde que quatro”. Tudo isso não é a demanda; são só horários flexíveis, que claro que não são tão ruins como os horários rígidos, mas continuam causando problemas. Livre demanda significa em qualquer momento, sem olhar o relógio, sem pensar no tempo, tanto se o bebê mamou faz 5 horas quanto se mamou faz 5 minutos.

Mas, como pode ter fome aos cinco minutos? Imagine que está criando o seu filho com mamadeira. Ele costuma tomar 150ml e, de repente, um dia, o bebê só toma 70 ml. Se aos cinco minutos, parece que tem fome, você dá os 80 ml ou pensa: “Como pode ter fome se faz só cinco minutos que tomou a mamadeira?”. Tenho certeza que todas as mães dariam a mamadeira sem duvidar um único minuto, de fato, muitas passariam mais de uma hora tentando meter a mamadeira na boca do bebê a cada cinco minutos. Pois bem, se um bebê solta o peito e ao cabo de cinco minutos parece ter fome, pode ser que só tenha mamado a metade. Talvez tenha engolido ar e se sentia incômodo e agora que arrotou já pode continuar mamando. Talvez tenha se distraído ao ver uma mosca e agora a mosca já se foi e ele percebeu que ainda tem fome. Talvez tanha se enganado, achou que estava satisfeito e agora mudou de opinião. Em todo caso, só esse bebê, nesse momento, pode decidir se
precisa mamar ou não. Um especialista que escreveu um livro na sua casa no ano passado ou faz um século, ou a pediatra que viu o bebê na quinta passada e lhe recomendou um horário não podem saber que seu filho hoje, às 14:45 da tarde ia ter fome. Isso seria atribuir-lhes poderes sobrenaturais.

E qual o tempo máximo? É preciso acordá-los? Quantas horas podem estar sem mamar? Em princípio, as horas que queira. Um bebê saudável, que engorda normalmente, não precisa ser acordado. É distinto o caso de um bebê que está doente ou não aumenta normalmente de peso. Um bebê pode estar tão fraco que não tem força para pedir o peito. Nesses casos, é preciso oferecer o peito com mais frequência. Isso também pode aplicar-se aos recém-nascidos.

Quando o bebê dorme muito, muitas vezes não é preciso acordá-lo, mas sim estar atento aos seus sinais de fome. A demanda não significa dar o peito cada vez que chore. O choro é um sinal tardio de fome. Do momento que uma criança maior tenha fome até que chore podem passar várias horas. Do momento que um bebè tem fome até que chore podem passar alguns minutos, ou até mais, dependendo da personalidade do bebê. Mas é raro, que nada mais ter fome, comece a chorar. Antes disso terá mostrado sinais precoces de fome: uma mudança no nível de atividade (acordar, mexer-se), movimentos com a boca, movimentos de procura com a cabeça, barulhinhos, por as mãozinhas na boca…então, é quando se deve pô-lo no peito, não esperar que chorem. Se um bebê que está fraco porque perdeu peso está sozinho no seu quarto, fora da vista dos seus pais, é provável que dê estes sinais e ninguém perceba e ele volte a dormir por cansaço.

Dar o peito à demanda não significa que mame o que mame o bebê, sempre seja normal. Pois bem, também existem valores normais para a frequência e a duração das mamadas. O problema é que não sabemos quais os valores normais para o ser humanos. Porque o ser humano vive em sociedades, em civilizações, com nossas crenças e normas. As espanholas, há trinta anos, davam o peito dez minutos cada quatro horas. Não faziam o que queriam, o normal, mas sim o que havia indicado o médico ou o livro. Se no Alto Orinoco existe uma tribo que dá o peito cinco minutos a cada hora e meia, isso é o natural ou é o que recomenda o xamã da tribo?

Inclusive dentro da Europa há diferenças. Num estudo multinacional sobre crescimento dos bebês, observaram com surpresa que o número médio de mamadas ao dia aos dois meses de idade ia desde 5,7 em Rostock (Alemanha) até 8,5 no Porto, passando por 6,5 em Madrid ou 7,2 em Barcelona. Mulheres de cultura muito similar, que supostamente estão dando o peito à demanda. Como é possível que os bebês demandem mais peito num país que no outro?

A resposta é simples, mas inquietante. Acontece que a amamentação a demanda, o conceito em torno do qual gira esse livro não existe. Não existe porque os bebês não sabem falar. Se um bebê falasse, um observador imparcial poderia certificar: “Efetivamente, essa mãe está dando o peito à demanda”, porque às 11:23 a menina disse: “Mamãe, peito” e às 11:41 voltou a pedir, mas não lhe deu o peito até que pediu por terceira vez, às 11:57. Como os bebês não falam, fica a critério da mãe decidir quando está demandando ou não. Dois bebès choram, uma mãe lhe dá o peito no mesmo instante e a outra olha o relógio e diz: “Fome não é, porque não faz nem uma hora e meia que mamou, devem ser os dentes” e lhe dá um mordedor. Dois bebês mexem a cabecinha e a boca procurando peito. Uma mãe dá o peito, a outra nem percebe porque o bebê estava no berço e a mãe não o via. Dois bebês dizem: “angu”. Uma mãe pensa: “Ui,
já acordou” e o põe no peito e a outra o olha embevecida e diz: “que lindo, já diz angu!”.

Por último, recordar que à demanda não só significa quando o bebê quer, mas também quando a mãe quer. É claro que as necessidades de um recém-nascido são totalmente prioritárias. Mas, à medida que o bebê cresce, cada vez sua mãe tem mais possibilidades de decidir quando dá o peito ou não. Vale ressaltar que um horário rígido é inadequado em qualquer idade e sempre convém que o bebê decida a maioria das mamadas. Mas não há problemas em adiantar ou atrasar um pouco alguma das mamadas.

Assim que, ao contrário do que muita gente pensa, a livre demanda não é uma escravidão, mas sim uma liberação para a mãe. A maioria das vezes pode fazer o que quer o seu filho, de modo que o bebê está feliz e não chora e portanto, a mãe também está feliz e não chora. E de vez em quando pode fazer o que ela quer. A escravidão é o relógio.

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